Finalmente descobri a razão de acontecer a situação que abaixo descrevo.
Eu e alguns outros seres humanos estávamos, cada um ao volante do seu automóvel, em fila de espera, aguardando para que o semáforo se transformasse em verde. E os segundos passaram até que, por fim, a luz verde acendeu. No milésimo de segundo que sucedeu ao acender do verde, o condutor de uma viatura que se situava uns metros atrás de mim, buzinou alertando os outros que o verde se havia acendido.
Antes de ser iluminado pela descoberta que fiz, pensei que quem emitisse um sinal sonoro deste tipo seriam pessoas impacientes que dificilmente entendem que nem toda a gente está a competir com a luz verde para saber quem ganha: se é a luz verde a acender ou se é a buzina a apitar. Devo dizer, em tom de apontamento, que a luz verde ganha sempre porque não precisa de ouvir a buzina para se acender, enquanto que a buzina precisa de ver a luz verde a acender para apitar.
No interregno que se seguiu à buzinadela o óbvio apoderou-se da minha mente: os condutores que buzinam logo que se acende o verde fazem-no com um propósito. Eles são os servos das pessoas que se posicionam no primeiro lugar da fila (aquele que mais próximo está do semáforo). Desta forma, o amo não precisa de estar atento à mudança de cor, pois ele tem servos que se encarregam dessa função avisando-o com uma buzinadela. E, espantosamente, é de saudar a qualidade da acuidade visual dos servos pois, ainda mal a luz verde teve tempo de ficar verde e já estes avisam o seu senhor que o semáforo deu autorização para prosseguir viagem. Julgo que esta classe conduz com uma das mãos sobre a buzina para que se possa minorar o mais possível o tempo de resposta ao acender do verde.
Eu e alguns outros seres humanos estávamos, cada um ao volante do seu automóvel, em fila de espera, aguardando para que o semáforo se transformasse em verde. E os segundos passaram até que, por fim, a luz verde acendeu. No milésimo de segundo que sucedeu ao acender do verde, o condutor de uma viatura que se situava uns metros atrás de mim, buzinou alertando os outros que o verde se havia acendido.
Antes de ser iluminado pela descoberta que fiz, pensei que quem emitisse um sinal sonoro deste tipo seriam pessoas impacientes que dificilmente entendem que nem toda a gente está a competir com a luz verde para saber quem ganha: se é a luz verde a acender ou se é a buzina a apitar. Devo dizer, em tom de apontamento, que a luz verde ganha sempre porque não precisa de ouvir a buzina para se acender, enquanto que a buzina precisa de ver a luz verde a acender para apitar.
No interregno que se seguiu à buzinadela o óbvio apoderou-se da minha mente: os condutores que buzinam logo que se acende o verde fazem-no com um propósito. Eles são os servos das pessoas que se posicionam no primeiro lugar da fila (aquele que mais próximo está do semáforo). Desta forma, o amo não precisa de estar atento à mudança de cor, pois ele tem servos que se encarregam dessa função avisando-o com uma buzinadela. E, espantosamente, é de saudar a qualidade da acuidade visual dos servos pois, ainda mal a luz verde teve tempo de ficar verde e já estes avisam o seu senhor que o semáforo deu autorização para prosseguir viagem. Julgo que esta classe conduz com uma das mãos sobre a buzina para que se possa minorar o mais possível o tempo de resposta ao acender do verde.
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